Dois tripulantes morreram na noite desta terça-feira após uma explosão a bordo no navio "Timios Stavros" de bandeira Panamenha. A embarcação estava fundeado a 2 Km em frente ao terminal Paranaense, mas nenhum avaria grave foi dado ao navio.
As vítimas - um filipino e um russo - morreram no momento em que faziam uma solda de manutenção no navio. A causa da explosão está sendo investigada pela Capitania dos Portos.
A agência marítima Cargonave, representante do armador no país deve encaminhar todos os trâmites necessários. Por causa da greve da Polícia Federal, uma equipe de plantão deve fazer uma vistoria preliminar na embarcação, que deverá ter prioridade de atracação para que os corpos sejam liberados. O navio será carregado com açúcar e ficaria ao largo até o dia 10 deste mês.
Fonte: O Estadão
Foto: Marinetraffic
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
Log-in Jatobá
LOG-IN JATOBÁ
Ano de contrução: 2011
Bandeira: Brasil
IMO: 9471898
Comprimento: 218,45 m
Boca: 29,80 m
Calado: 10,60
Capacidade: 2.814 Teus
Porte Bruto: 37968 t
Fotos: Cleverson de Paula
Ano de contrução: 2011
Bandeira: Brasil
IMO: 9471898
Comprimento: 218,45 m
Boca: 29,80 m
Calado: 10,60
Capacidade: 2.814 Teus
Porte Bruto: 37968 t
Fotos: Cleverson de Paula
sábado, 4 de agosto de 2012
"Grande Congo" em Paranaguá
Mais uma unidade da mais moderna classe "Grande" faz escala em Paranaguá. Desta vez foi o "Grande Congo" segundo desta classe em operar em portos Brasileiro, com 211 m de comprimento e 32,20 m de boca e capacidade para 800 contêineres. Todos as 11 embarcações desta classe levam nomes de países Africanos.
Fotos: Frank Katzer
Henk Winde
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Vale Beijing volta ao serviço
O Vale Beijing, um dos maiores navios do mundo, está de volta ao serviço sete meses depois de ter sido danificado durante o carregamento em Ponta da Madeira (MA). O retorno acontece em meio a indícios de que a China planeja no futuro permitir a atracação de navios do mesmo porte em seus portos.
Em 6 de dezembro, um acidente no porto brasileiro de Ponta da Madeira foi um grande revés para Vale em sua campanha para reduzir os custos de frete para a China com uma frota sem precedentes de 35 Valemax, categoria de navios extra-grandes.
Os armadores chineses temem que os navios da Vale inviabilizem seu negócio e usaram o incidente para fazer lobby com sucesso de Pequim proibir as embarcações, devido a preocupações de segurança e sua ameaça potencial para a indústria marítima nacional.
O Ministério dos Transportes da China aprovou em maio planos para construir berços para navios de minério de ferro de até 400 mil toneladas, uma indicação de Pequim pode, eventualmente, levantar a proibição de navios da Vale.
O Vale Beijing deve chegar ao porto brasileiro de Ponta da Madeira em 8 de agosto, depois de concluídos os reparos em um estaleiro sul-coreano. A razão para o acidente ainda está pouco clara.
“Vale Beijing" passou por reparos e inspeção entre abril e final de junho e agora está funcionando perfeitamente”, disse um porta-voz da STX Pan Ocean, que deverá entregar seis mega navios até o final de 2013.
A proibição da China forçou a Vale a transportar minério de ferro para a China através de um hub de transbordo, nas Filipinas. A Vale também vai abrir um hub na Malásia em 2014 e está considerando projetos na Coreia do Sul e Japão.
Fonte: Informativo dos portos
Comissões debatem risco de “apagão” na marinha mercante
O risco de um “apagão” na navegação marítima brasileira será discutido no dia 2 de agosto, por duas comissões da Câmara: de Viação e Transportes; e de Trabalho, de Administração e Serviço Público. O debate será às 10 horas, no Plenário 11.
A ameaça vem da falta de mão-de-obra para operar navios, segundo o deputado Edinho Bez (PMDB-SC), que pediu a realização do debate. Ele é integrante da Frente Parlamentar Mista de Defesa da Infraestrutura Nacional, grupo que já fez um diagnóstico do setor e previu que a marinha mercante, em breve, sofrerá com a falta de pessoal qualificado.
“Vamos levantar esses questionamentos e saber porque as pessoas não querem mais trabalhar nessa área”, diz o deputado. “Se não investirmos na área de infraestrutura, vamos estar proibidos de crescer. Estamos nos antecipando antes que o mal aconteça.”
Edinho Bez destaca um estudo feito a pedido da Petrobras Transportes (Transpetro) e divulgado no fim do ano passado. A pesquisa confirma o risco de paralisações futuras na navegação marítima brasileira por falta de tripulação.
De acordo com o ministro da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, o transporte aquaviário representa 3% do total do transporte de cargas no País. Segundo ele, a meta do governo para os próximos dez anos é dobrar a quantidade de produtos administrados em portos brasileiros, chegando a 1,7 bilhão de toneladas.
Fonte: Agência Câmara / Luiz Cláudio Canuto
Foto: TCP. APPA.
Serviço Rumba, da Maersk Line, passa a operar no Porto Itapoá
Operado pela Maersk Line, o serviço Rumba, que faz rota pela América do Sul, Mediterrâneo, Oriente Médio e Índia, passará a escalar no Porto Itapoá a partir do mês de agosto. A previsão é que o Maersk Laust seja o primeiro navio do serviço a atracar no terminal. Ele está programado para chegar em Itapoá no dia 22 de agosto. Agora atualizado, o serviço Rumba escalará nos portos do Rio de Janeiro, Santos, Paranaguá, Itajaí, Itapoá, Algeciras, Jeddah, Salalah, Jebel Ali, Jawaharlal Nehru (Nhava Sheva), Gênova, Barcelona e Málaga. O Rumba substituirá o serviço Samba (norte da Europa), que desde fevereiro embarcava cargas no Porto Itapoá.
Fonte: Informativo dos Portos
domingo, 22 de julho de 2012
Começa a dragagem do Canal da Galheta
Começou na manhã de quarta-feira (18) a dragagem dos pontos críticos do Canal da Galheta. A draga chinesa que fará os trabalhos chegou a Paranaguá na segunda-feira e passou por uma série de vistorias e avaliações dos órgãos fiscalizadores competentes e foi liberada para começar o serviço na noite de ontem.
O trabalho será iniciado nas proximidades das bóias 3 e 4, nas imediações da Ilha do Mel. “A dragagem começa a ser feita no que chamamos de Canal da Galheta externo, onde existe uma curva que precisa ser retificada e hoje é a área mais critica, onde o volume a ser dragado é maior”, afirmou o superintendente dos portos paranaenses Luiz Henrique Dividino.
Com a dragagem, a profundidade do Canal da Galheta será restabelecida em 15 metros. Hoje, há pontos com 13,10 metros de profundidade. Além de possibilitar a atracação de navios maiores, a dragagem contribui, sobretudo, para a segurança da navegação.
Desde 2009 não era realizada a dragagem de manutenção do Canal da Galheta. De acordo com o secretário de infraestrutura e Logística, José Richa Filho, esta já é a segunda obra de dragagem realizada no governo Beto Richa. “Os portos paranaenses sempre foram prioridade no plano de governo. Estamos atendendo às determinações do governador de entregar aos usuários um porto mais eficiente e seguro”, disse.
Clima – A draga opera 24 horas por dia com 32 tripulantes, sendo 12 brasileiros. A distância entre a área a ser dragada neste primeiro momento e a área de despejo do material retirado do fundo do canal é de duas horas, aproximadamente. O equipamento fará de cinco a seis viagens por dia.
Paradas técnicas estão programadas para abastecimento da draga. No entanto, em condições climáticas adversas, a draga pode ficar impedida de trabalhar. Mas a previsão do Simepar é que o mar deva ficar mais calmo nos próximos dias.
Etapas – Após concluída a dragagem do canal externo, o equipamento vai dragar um segundo trecho que fica entre o canal externo e o Porto de Paranaguá e, num terceiro momento, dragará trechos da bacia de evolução. Na segunda fase do projeto, terá início a dragagem do canal de acesso ao Porto de Antonina.
A draga utiliza um sistema de dutos que são baixados até o fundo do canal e fazem a sucção do material a ser dragado. Tudo é comportado nos porões da embarcação, que tem uma capacidade de cisterna de 17 mil metros cúbicos. Uma vez cheia, a draga viaja até a área de despejo e abre a cisterna para depositar o material recolhido.
Meio ambiente – Paralelamente à dragagem, a Appa está executando um amplo programa de comunicação social e educação ambiental, atendendo à determinação do Ibama, estabelecida na Licença de Instalação (LI nº 834/2011).
Comunidades que vivem em áreas que poderão ser impactadas pelo serviço estão recebendo informações de uma equipe multidisciplinar. Durante os trabalhos da draga, não haverá restrições de navegação no canal nem das atividades de pesca. A navegação manterá as restrições existentes na atualidade, nas áreas entre bóias já consideradas pela Marinha, fazendo com que os procedimentos de entrada e saída de navios permaneçam inalterados, apenas obedecendo alguns cuidados adicionais de segurança.
O monitoramento ambiental ocorrerá antes, durante e após as atividades, quando serão realizadas análises de controle de qualidade das águas e dos sedimentos, bem como o monitoramento da interferência das operações sobre a vida marinha local, garantindo a qualidade ambiental do empreendimento e demais atividades marítimas.
O trabalho foi dividido em dois lotes e compreende a dragagem do Canal da Galheta, partes da bacia de evolução e o acesso ao Porto de Antonina, num total de 3,5 milhões de metros cúbicos a serem dragados. A obra custará R$ 37 milhões e será paga com recursos próprios da Appa. O prazo de execução é de seis meses.
Fonte/fotos: Appa
Assinar:
Postagens (Atom)





