sexta-feira, 11 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
"Maersk Leticia" primeira escala em Paranaguá
Mais um navio da classe Sammax faz escala por aqui, desta vez foi o novíssimo "Maersk Leticia" que permanece atracado no berço Az-16 do TCP, de onde deve fazer cerca de 910 movimentos entre carga e descarga, com previsão de suspender com destino a Santos as 13:30 de hoje. Com o "Maersk Leticia", agora são 5 unidades da mesma classe em operação pela Costa Brasileira inclusive Paranaguá. Com 299,90 m de comprimento e 45 m de boca, é a classe recordista absoluta em capacidade, sendo 7.450 contêineres transportados. Outras unidades da classe Sammax que já escalaram em Paranaguá foram:
Maersk Lima, Maersk La Paz, Maersk Lirquen e Maersk Luz.
Fotos: Rafael Ferreira Viva
Maersk Lima, Maersk La Paz, Maersk Lirquen e Maersk Luz.
Fotos: Rafael Ferreira Viva
sábado, 5 de novembro de 2011
Novidade de peso em Paranaguá
Já se encontra fundeado na barra pela primeira vez o "Palena", segundo da mesma classe já escalados em Paranaguá. O primeiro a passar por aqui foi o seu irmão "Pangal", e juntos integram o segundo lugar entre os maiores navios que já passaram por Paranaguá. Operados pelo Armador Clileno CSAV, ambos tem 305mt de comprimento, 40mt de boca e capacidade para 6539 contêineres.
Fotos: Manoel Hernández
Jan Svendesen
Fotos: Manoel Hernández
Jan Svendesen
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Terminal de Contêineres de Paranaguá recebe novos equipamentos
O TCP – Terminal de Contêineres de Paranaguá – acaba de receber novos equipamentos para movimentação de contêineres. Os dois novos portêineres são da marca Liebheer já chegaram no Porto de Paranaguá, mas vieram desmontados. Em novembro, a empresa receberá mais seis RTGs (pontes rolantes sobre rodas, utilizadas na movimentação de contêineres em pátios). Os portêineres foram fabricados pela Liebheer Container Cranes Ltd, da Irlanda, e os RTGs, pela Kone Kranes, que tem fábricas na China e na Irlanda.
Os equipamentos fazem parte do plano de investimentos de R$ 185 milhões para a ampliação do Terminal de Contêineres do TCP e são necessários para que a empresa atinja a capacidade de movimentar 1,2 milhão de TEUs em 2012, um aumento de 50% em relação à capacidade atual instalada.
Os investimentos começaram no início do ano, logo após a implantação no TCP de duas novas linhas que atendem Caribe e Golfo do México, Costa Leste do EUA e Ásia. Com elas, o TCP passa contar, agora, com 17 linhas marítimas e os novos equipamentos chegam para dar vazão à demanda. Desde janeiro deste ano, o TCP movimentou 10% a mais de contêineres cheios do que 2010.
Ampliação
Após ter 50% de seu capital adquirido pelo fundo global de private equity Advent International em janeiro deste ano, o TCP iniciou um programa agressivo de expansão e melhoria de produtividade. No início do ano, a entrada em operação de um quarto guindaste já possibilitou um aumento de produtividade de aproximadamente 25% em comparação com 2010.
Com os R$50 milhões de investimentos já realizados, será possível aumentar a capacidade operacional de contêineres para 1,2 milhão de TEUs/ano já em 2012. Além disso, serão investidos R$ 135 milhões na ampliação em 315 metros do cais para abrigar o terceiro berço do terminal e na aquisição de mais equipamentos. A capacidade prevista do TCP em 2013 chegará a 1,5 milhão de TEUs/ano.
Sobre o TCP
O TCP é o terceiro maior terminal portuário de contêineres do Brasil, e, desde 1998, opera sob regime de concessão no Porto de Paranaguá. Com capacidade de aproximadamente 800.000 TEUs por ano em 2010 (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), o TCP deve aumentar substancialmente sua capacidade após os novos investimentos em curso, para mais de 1.500.000 TEUs por ano. Seus acionistas, além da Advent, incluem a Pattac Empreendimentos e Participações S/A, TUC Participações Portuárias S/A, Soifer Participações Societárias Ltda.,Grup Maritim TCB S.L. e Galigrain S.A.
Fonte: Guia Maritimo
Foto: Appa
Os equipamentos fazem parte do plano de investimentos de R$ 185 milhões para a ampliação do Terminal de Contêineres do TCP e são necessários para que a empresa atinja a capacidade de movimentar 1,2 milhão de TEUs em 2012, um aumento de 50% em relação à capacidade atual instalada.
Os investimentos começaram no início do ano, logo após a implantação no TCP de duas novas linhas que atendem Caribe e Golfo do México, Costa Leste do EUA e Ásia. Com elas, o TCP passa contar, agora, com 17 linhas marítimas e os novos equipamentos chegam para dar vazão à demanda. Desde janeiro deste ano, o TCP movimentou 10% a mais de contêineres cheios do que 2010.
Ampliação
Após ter 50% de seu capital adquirido pelo fundo global de private equity Advent International em janeiro deste ano, o TCP iniciou um programa agressivo de expansão e melhoria de produtividade. No início do ano, a entrada em operação de um quarto guindaste já possibilitou um aumento de produtividade de aproximadamente 25% em comparação com 2010.
Com os R$50 milhões de investimentos já realizados, será possível aumentar a capacidade operacional de contêineres para 1,2 milhão de TEUs/ano já em 2012. Além disso, serão investidos R$ 135 milhões na ampliação em 315 metros do cais para abrigar o terceiro berço do terminal e na aquisição de mais equipamentos. A capacidade prevista do TCP em 2013 chegará a 1,5 milhão de TEUs/ano.
Sobre o TCP
O TCP é o terceiro maior terminal portuário de contêineres do Brasil, e, desde 1998, opera sob regime de concessão no Porto de Paranaguá. Com capacidade de aproximadamente 800.000 TEUs por ano em 2010 (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), o TCP deve aumentar substancialmente sua capacidade após os novos investimentos em curso, para mais de 1.500.000 TEUs por ano. Seus acionistas, além da Advent, incluem a Pattac Empreendimentos e Participações S/A, TUC Participações Portuárias S/A, Soifer Participações Societárias Ltda.,Grup Maritim TCB S.L. e Galigrain S.A.
Fonte: Guia Maritimo
Foto: Appa
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Ibama autoriza dragagem do Canal da Galheta
O Ibama expediu nesta quarta-feira (26) uma licença de instalação para que a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) realize a dragagem de manutenção dos pontos críticos do Canal da Galheta. Com isso, a Appa lançará, nos próximos 15 dias, o edital de licitação para a contratação da draga que irá realizar o serviço.
A dragagem deverá custar em torno de R$ 25 milhões e será paga com recursos próprios da Appa. Ao todo, devem ser retirados das áreas críticas ao longo do Canal cerca de 2,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos. A área de despejo ficará 22 quilômetros distante do local dragado. Com a dragagem, será restabelecida a profundidade original do Canal da Galheta que é de até 15 metros.
Desde 2009 não é realizada uma dragagem de manutenção do Canal da Galheta. No início deste ano, por determinação do governador Beto Richa, foi realizada a dragagem emergencial nos berços de atracação, trabalho que não vinha sendo feito há seis anos.
Hoje, a Capitania dos Portos autoriza que navios com calado de até 11 metros naveguem pelo Canal da Galheta durante o dia e, durante a noite, 10,8 metros. Com a finalização dos trabalhos, navios com calado de até 12,5 metros poderão voltar a navegar pelo Canal da Galheta.
Para realizar o serviço, será contratada uma draga auto-transportadora do tipo Hopper. O trabalho levará cerca de oito meses para ser concluído e durante este tempo não haverá restrições de navegação no Canal, fazendo com que os procedimentos de entrada e saída de navios permaneçam inalterados, apenas obedecendo alguns cuidados adicionais de segurança.
Fonte/fotos: Appa
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