O Porto de Paranaguá é responsável pela exportação de 34% de todos os granéis sólidos exportados pelo Brasil. O Porto ocupa a liderança nacional nas exportações deste tipo de produto, sendo seguido pelo Porto do Rio Grande, responsável por 23% das exportações de granéis sólidos e, em terceiro lugar, está o Porto de Santos, que exporta 20% dos granéis sólidos brasileiros.
Os números compõem uma tabela organizada pelos operadores portuários para mapear as exportações de granéis nos dez portos brasileiros que fazem este tipo de operação: Paranaguá, São Francisco, Vitória, Ponta da Madeira, Cotegipe, Ilhéus, Itacoatiara, Santarém, Santos e Rio Grande. A planilha, atualizada três vezes por semana, compila todos os embarques programados de granéis nos portos mapeados e leva em conta os navios atracados, os esperados (que já se encontram nos portos) e os nomeados (que estão programados para chegar).
Na programação entre os dias 5 e 20 de maio, Paranaguá aparece com 34% de toda a exportação de granéis. No entanto, a liderança vem se mantendo constante desde o início do ano, sempre com média de 30% das exportações totais.
Fonte/fotos: APPA
sexta-feira, 13 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Gigantes da Maersk começam a chegar no Brasil
Maior armador de contêineres do mundo, a Dinamarquesa Maersk Line confirmou que sua nova frota de meganavios começa a desembarcar no Brasil neste mês. Serão empregados no tráfego com a Ásia, o que mais cresce no momento. São seis embarcações com capacidade nominal para 7.450 mil Teus e 1.707 tomadas para contêineres reefers, que armazenam cargas dependentes de temperatura
controlada. As embarcações pertencem à classe Sammax: com 299,90m de comprimento, 45,20m de boca, e 12,50m de calado, e com um Dwt de 93.600, bem superior a classe Santa da Hambug Sud. Os seis navios integram uma encomenda de 18 unidades construídas em um estaleiro da Coreia do Sul. A estratégia foi ampliar a largura da embarcação para não aumentar tanto o calado (de 12,5 metros), de forma a facilitar o acesso aos principais portos da região, muitos dos quais em processo de aprofundamento. O primeiro navio a operar no Brasil é o MAERSK LIMA, e por enquanto as primeiras escalas serão em Sepetiba (RJ)dia 17/05, Santos (SP)19/05 está também garantida escala em Paranaguá (PR) dia 29/05. Do Brasil, a rotação segue para África e depois retorna à Ásia.
Fonte: Portal marítimo
Fotos: Danny Dao
controlada. As embarcações pertencem à classe Sammax: com 299,90m de comprimento, 45,20m de boca, e 12,50m de calado, e com um Dwt de 93.600, bem superior a classe Santa da Hambug Sud. Os seis navios integram uma encomenda de 18 unidades construídas em um estaleiro da Coreia do Sul. A estratégia foi ampliar a largura da embarcação para não aumentar tanto o calado (de 12,5 metros), de forma a facilitar o acesso aos principais portos da região, muitos dos quais em processo de aprofundamento. O primeiro navio a operar no Brasil é o MAERSK LIMA, e por enquanto as primeiras escalas serão em Sepetiba (RJ)dia 17/05, Santos (SP)19/05 está também garantida escala em Paranaguá (PR) dia 29/05. Do Brasil, a rotação segue para África e depois retorna à Ásia.
Fonte: Portal marítimo
Fotos: Danny Dao
domingo, 8 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)




























