Com o terremoto seguido de tsunami, deixou o porto de Sendai no Japão num caos total, são imagens assustadoras, coisa de cinema que não gostaríamos de ver novamente em nenhun lugar.
terça-feira, 5 de abril de 2011
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Santa Catarina é aguardado em Paranaguá
Após a escala dos seus irmãos gêmeos Santa Clara e Santa Isabel, Paranaguá aguarda a chegada do terceiro navio da classe Santa. O Santa Catarina entrou em operação no começo do mês passado, e fará rotas em alguns países da Ásia, África e posteriormente América do Sul. O Santa Catarina se encontra atracado em Santos, de onde segue para Buenos Aires, depois Rio Grande, e finalmente Paranaguá, com previsão de chegada dia 08. Com 299.90m de comprimento, 42.80m de boca com capacidade de 7.090 Teus, são os três maiores navios da armadora Hambug-Sud.
Fotos:Rafael Ferreira Viva
shipssantos.blogspot.com
Fotos:Rafael Ferreira Viva
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domingo, 3 de abril de 2011
Chuvas prejudicam embarques em Paranaguá
As prolongadas chuvas que tem atingido o litoral paranaense nos últimos meses estão prejudicando a movimentação de mercadorias no Porto de Paranaguá. Neste mês de março, em apenas dois dias não foi registrada chuva. De acordo com o Simepar, dos 268 milímetros de chuva esperados para o período, choveram 541 milímetros. Em fevereiro, o volume também foi considerável. Dos 28 dias do mês, choveram 230 horas. Quando chove, as operações de embarque de granéis e desembarque de fertilizantes fica paralisada.
De janeiro até agora, foram importados 1,5 milhão de toneladas de fertilizantes. No mesmo período do ano passado, foram importadas 1,2 milhão de toneladas. Nas exportações de granéis (soja, milho, farelo), até o final de março, a Appa movimentou 1,8 milhão de toneladas.
Para tentar minimizar os efeitos da chuva sobre os embarques, a Appa está estudando uma alternativa para cobertura dos berços de atracação do corredor de exportação. O projeto, inédito no mundo, foi desenvolvido por uma empresa de São Paulo e já foi apresentado à Secretaria Especial de Portos. Trata-se de uma cobertura metálica, com lona retrátil, que permite a movimentação de granéis inclusive com chuvas e ventos, impedindo chuvas com inclinação de até 45 graus.
Expansão - A cobertura dos navios está sendo estudada para integrar o projeto de modernização do corredor de exportação do Porto de Paranaguá. O Governo do Paraná, através da Secretaria de Infraestrutura e Logística, está trabalhando intensivamente para reconfigurar os portos de Paranaguá e Antonina, com o objetivo de readequá-los às necessidades de mercado.
Hoje, o corredor de exportação do Porto de Paranaguá permite que três navios atraquem simultaneamente. Cada navio é abastecido por dois shiploaders, cada um com capacidade nominal de 1,5 mil toneladas por hora. Isso significa que o Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá tem uma capacidade nominal de embarque, por hora, de nove mil toneladas. Em dias sem chuva, o Porto de Paranaguá consegue embarcar até 100 mil toneladas de granéis.
Foto: Fábio Scremim/APPA
De janeiro até agora, foram importados 1,5 milhão de toneladas de fertilizantes. No mesmo período do ano passado, foram importadas 1,2 milhão de toneladas. Nas exportações de granéis (soja, milho, farelo), até o final de março, a Appa movimentou 1,8 milhão de toneladas.
Para tentar minimizar os efeitos da chuva sobre os embarques, a Appa está estudando uma alternativa para cobertura dos berços de atracação do corredor de exportação. O projeto, inédito no mundo, foi desenvolvido por uma empresa de São Paulo e já foi apresentado à Secretaria Especial de Portos. Trata-se de uma cobertura metálica, com lona retrátil, que permite a movimentação de granéis inclusive com chuvas e ventos, impedindo chuvas com inclinação de até 45 graus.
Expansão - A cobertura dos navios está sendo estudada para integrar o projeto de modernização do corredor de exportação do Porto de Paranaguá. O Governo do Paraná, através da Secretaria de Infraestrutura e Logística, está trabalhando intensivamente para reconfigurar os portos de Paranaguá e Antonina, com o objetivo de readequá-los às necessidades de mercado.
Hoje, o corredor de exportação do Porto de Paranaguá permite que três navios atraquem simultaneamente. Cada navio é abastecido por dois shiploaders, cada um com capacidade nominal de 1,5 mil toneladas por hora. Isso significa que o Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá tem uma capacidade nominal de embarque, por hora, de nove mil toneladas. Em dias sem chuva, o Porto de Paranaguá consegue embarcar até 100 mil toneladas de granéis.
Foto: Fábio Scremim/APPA
sábado, 2 de abril de 2011
Brilliant Pionner
Fotos: Cleverson P. de Paula
BRILLIANT PIONNER
Indicativo: 3ETN5
IMO: 9502570,
MMSI: 370617000
Ano: 2008
Bandeira: Panamá
Dwt: 49.802
Comprimento total: 199.91m
Boca: 32m
Velocidade registada (Max/media): 12.4 / 12.1 knots
quinta-feira, 31 de março de 2011
Maestra Atlântico pronto para entrar em operação
Após meses em reparo, o lendário Lloyd Atlântico, agora sob a armação da Maestra Navegação e Logística, empresa do Grupo Triunfo, está pronto para operar.
Foram meses selecionando a tripulação a dedo e após a Prova de Mar realizada na mês passado e vistoria feita pela Marinha do Brasil, através da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, a empresa aguarda somente a emissão do CTS (Cartão de Tripulação de Segurança), para que o navio zarpe para Navegantes, onde iniciará de fato suas operações.
A embarcação encontra-se fundeada na área 6 do Rio de Janeiro e todos estão muito felizes e satifeitos com o resultado da docagem feita, que “ressuscitou” um dos navios mais conhecidos do antigo Lloyd Brasileiro.
É a Maestra começando sua atuação na Cabotagem e vindo para brigar com os players nacionais no transporte de contêineres.
Texto por Rodrigo Cintra
Fotos: Rogério Cordeiro
Foram meses selecionando a tripulação a dedo e após a Prova de Mar realizada na mês passado e vistoria feita pela Marinha do Brasil, através da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro, a empresa aguarda somente a emissão do CTS (Cartão de Tripulação de Segurança), para que o navio zarpe para Navegantes, onde iniciará de fato suas operações.
A embarcação encontra-se fundeada na área 6 do Rio de Janeiro e todos estão muito felizes e satifeitos com o resultado da docagem feita, que “ressuscitou” um dos navios mais conhecidos do antigo Lloyd Brasileiro.
É a Maestra começando sua atuação na Cabotagem e vindo para brigar com os players nacionais no transporte de contêineres.
Texto por Rodrigo Cintra
Fotos: Rogério Cordeiro
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