O Porto de Paranaguá estava designado para servir como base para a edição de 2011 da Operação Unitas, uma das mais antigas operações multinacionais do mundo que tem como objetivo estreitar os laços entre as Marinhas do continente americano. No entanto, o Capitão dos Portos do Paraná, Capitão de Mar-e-Guerra José Henrique Corbage Rabello, conseguiu junto à Marinha do Brasil a transferência da Operação para o Porto do Rio Grande, com o objetivo de não prejudicar o escoamento da safra de grãos em Paranaguá.
O pedido foi feito levando em conta que o acesso ao porto ficou limitado nas últimas semanas em função das fortes chuvas que destruíram parte da BR-277. Fora isso, os embarques de granéis vêm sendo prejudicados na cidade pelos longos períodos de chuva, atrasando o embarque de mercadorias.
“O Capitão de Mar e Guerra demonstrou grande solidariedade e respeito à comunidade portuária parnanguara ao permitir a transferência desta atividade para outro porto. Paranaguá tem sofrido com as chuvas que impedem a operação de navios graneleiros e também prejudicaram o acesso rodoviário e ferroviário. A cessão de berços no nosso porto num momento como este para a realização da operação seria complicada e o Capitão mostrou-se sensível à situação”, afirmou o superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Airton Vidal Maron.
A edição 2011 da Unitas será realizada entre os dias 2 e 12 de maio, no Porto do Rio Grande (RS).
Fotos:APPA
sexta-feira, 25 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
Porto de Paranaguá completa 76 anos
A história do Porto de Paranaguá demonstra sua importância estratégica para a economia de Paranaguá, do Paraná e do Brasil. No princípio, com os ciclos da erva mate, da madeira, do café. Depois vieram os granéis e a movimentação gerada pelo agronegócio. Hoje, o porto contribui para a receita do estado e do País, com movimentação de granéis, contêineres, veículos, fertilizantes e congelados.
Nestes 76 anos de história, o desenvolvimento dos portos foi impulsionado pelo trabalho e dedicação de toda a comunidade portuária que sempre lutou para o crescimento do porto.
Neste aniversário, comemoramos a projeção de um futuro ainda mais promissor, com o compromisso e empenho do governo do estado em transformar, ampliar e modernizar o nosso porto. Vamos superando as dificuldades, vencendo os desafios e buscando melhorar ainda mais.
Parabéns ao Porto de Paranaguá, aos trabalhadores portuários, à comunidade portuária representada pelos exportadores, importadores, operadores portuários, praticagem, prestadores de serviços, autoridades intervenientes e a todos aqueles que permitem com que o Porto de Paranaguá continue sendo um dos mais importantes do Brasil.
Airton Vidal Maron
Superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina
Fotos: APPA
História do Porto de Paranaguá
O maior porto graneleiro da América Latina começou sua história no antigo atracadouro de Paranaguá, em 1872, com a administração de particulares. Em 1917, o Governo do Paraná passou a administrar o Porto de Paranaguá que recebeu melhorias que possibilitaram sua ascensão a maior Porto sul-brasileiro.
Sua inauguração aconteceu em 17 de março de 1935, com a atracação do Navio “Almirante Saldanha”.
Em 11 de julho de 1947 foi criada a Autarquia Estadual que levou o nome de Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa).
Atualmente, o Porto de Paranaguá é um dos mais importantes centros de comércio marítimo do mundo, unindo localização estratégia a uma das melhores Infra-estruturas portuárias da América Latina. Operando com 20 berços de atracação, sendo que mais dois serão contruídos, totalizando assim 22 berços. Entre as principais cargas movimentadas em Paranaguá estão: Soja, farelo, milho, sal, açúcar, fertilizantes, contêineres, congelados, derivados de petróleo, álcool e veículos.
No contexto histórico do Estado do Paraná, o Porto de Paranaguá foi a porta de entrada para os primeiros povoadores do Paraná, e desde a segunda metade do século XVI, o Porto sempre foi o principal exportador da região que mais produz produtos agrícolas do Brasil.
Fonte: APPA
Fotos: Arquivo APPA
sexta-feira, 18 de março de 2011
Graneleiros operam com carga plena no Porto de Paranaguá
Está atracado no Porto de Paranaguá o navio Aris T, de bandeira grega e que está carregando 68 mil toneladas de soja. Há anos o Porto não conseguia carregar plenamente um navio com esta capacidade, em função da falta de dragagem nos berços de atracação.
“Uma das primeiras ações do governador Beto Richa foi autorizar a dragagem de manutenção dos berços de atracação, que há seis anos não era realizada no Porto, e prejudicava o embarque principalmente dos navios graneleiros. Hoje, com a conclusão desta obra, estamos aptos a atender plenamente todos os navios que atracarem no Porto para esta safra”, afirmou o superintendente da Appa, Airton Vidal Maron.
Com o restabelecimento das profundidades dos berços, o Porto volta a carregar plenamente navios como o Aris T. Antes, um navio com capacidade semelhante saia do porto com, no máximo, 55 mil toneladas de grãos. Este diferencial, além de representar mais carga embarcada por navio, reflete diretamente no frete marítimo com ganhos para o produtor.
Ontem (17), o corredor de exportação do Porto de Paranaguá embarcou 58,3 mil toneladas de grãos. Hoje, três navios estão atracados no Corredor e juntos, carregarão 190 mil toneladas de granéis. Outros 25 navios de grãos aguardam para atracar.
Dragagem – A dragagem de manutenção dos berços custou R$ 2,5 milhões e foi paga com recursos próprios da Appa. A Autarquia trabalha agora na obtenção das licenças ambientais para a realização das dragagens de manutenção do Canal da Galheta e da Bacia de Evolução e para a dragagem de aprofundamento. Toda a documentação para obter estas licenças já foi entregue ao Ibama. A expectativa da Appa é iniciar a dragagem de manutenção em julho ou agosto deste ano. A obra está orçada em R$ 100 milhões e será paga com recursos próprios da Appa.
Já a dragagem de aprofundamento deve ser realizada no final do ano e já existem R$ 52 milhões do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC I) previstos para pagamento de parte da obra. A Appa deverá entrar com contrapartida de, pelo menos, R$ 50 milhões para custear estes serviços.
O navio Aris T atracou na tarde de quinta-feira (17) em Paranaguá, vindo de Singapura. Daqui, o navio segue para o Porto de Rotterdam, na Holanda.
Fonte: APPA
Foto: Fábio Scremim/APPA
quinta-feira, 17 de março de 2011
Mapocho
Fotos: Cleverson P. de Paula
Mapocho
Número IMO: 9197351
Primeiro nome: Kribi
Bandeira: Chile
Proprietário: CSAV
Operador: CSAV
Ano de conclusão: 1999
Estaleiro: Hanjin Heavy Industries Co. Ltd., Coréia do Sul
Número quintal / casco: 641
Projeto do motor: B & W
Tipo de motor: 7S60MC
Saída de potência (kW): 15,800
Velocidade máxima (KN): 20,7
Comprimento total (m): 168,00
Boca (m): 28,00
Calado máximo (m): 8,80
TEU capacidade máxima: 1587
Contêineres reefers : 200
Porte bruto (ton): 19,574
Arqueação bruta (ton): 16,986
Equipamentos de carga: 3 x 40
Ex nome 1: FESCO ENDEAVOUR
Ex nome 2: ANL OKAPI-02
terça-feira, 15 de março de 2011
Movimentação nos portos paranaenses cresce 16% no primeiro bimestre
A movimentação de mercadorias pelos portos de Paranaguá e Antonina fechou o primeiro bimestre do ano com aumento de 16%. Foram 5,3 milhões de toneladas de cargas movimentadas, contra 4,6 milhões de toneladas movimentadas no mesmo período de 2010.
O Porto de Antonina apresentou os melhores resultados do bimestre. O Porto, que ficou bastante tempo sem movimentar mercadorias, tem recuperado a atividade, principalmente na importação de fertilizantes, trigo e exportação de congelados. Até o final de fevereiro, o porto movimentou 310,5 mil toneladas de mercadorias. Em 2010, no mesmo período, foram pouco mais de quatro mil toneladas movimentadas.
No Porto de Paranaguá, considerando apenas a carga geral, o aumento na movimentação foi de 14%. Nos granéis sólidos também foi verificada alta de 12%, sendo que o destaque foi a importação de fertilizantes, que fechou o primeiro bimestre com 1,1 milhão de toneladas importadas, volume 22% superior ao registrado em 2010.
Já a exportação de granéis foi bastante prejudicada no mês de fevereiro por conta das chuvas. As exportações de soja, milho e farelo de soja no mês foram menores comparando com fevereiro de 2010 porque o embarque nos navios ficou restrito aos poucos períodos de tempo seco. Em fevereiro, choveram 230 horas em Paranaguá. Some-se a isso os períodos de abertura e fechamento dos porões, que também aumentam o tempo de interrupção da operação do navio. Mesmo assim, a boa movimentação de janeiro elevou os números e a Appa fechou o primeiro bimestre com alta de 7% nas exportações de granéis.
A movimentação de veículos também apresentou alta nos dois primeiros meses do ano, fechando fevereiro com 25.008 unidades movimentadas e crescimento de 26% em relação ao mesmo período de 2010. O destaque ficou por conta das importações, que apresentaram alta de 76% em relação ao mesmo período do ano passado.
Fonte/fotos: APPA
domingo, 13 de março de 2011
Mataquito em Paranaguá
Na manhã deste Domingo atracou em Paranaguá o irmão gêmeo do MAIPO, maior navio que já passou pelo terminal Paranaense. O MATAQUITO, terceiro da classe de seis embarcações afretados e operados pela armadora CSAV do chile. O navio de bandeira Liberiana tem 305,6m de comprimento, com 40,0m de largura, e tem a capacidade de transportar até 6.500 TEUS. O MATAQUITO procede de São Francisco do Sul, fica em Paranaguá até a manhã de segunda de onde segue para Santos.
Mataquito
Número IMO: 9400095
Primeiro nome: ALBERTA
Bandeira : Libéria
Proprietário: Pedro Doehle Schiffahrts
Operador: CSAV
Ano de conclusão: 2010
Estaleiro: China Shipbuilding Corp Estaleiro Kaohsiung, Taiwan
Número quintal / casco: 899
Projeto de motor: SULZER
Tipo de motor: 10-96C RTflex
Saída de potência (kW): 57,226
Velocidade máxima (KN): 25,3
Comprimento total (m): 305,60
Boca (m): 40,00
Calado máximo (m): 14,30
TEU capacidade máxima: 6589
Capacidade TEU de 14t: 4923
contêineres reefers: 1,162
porte bruto (ton): 80,200
arqueação bruta (ton): 75,900
Mataquito
Número IMO: 9400095
Primeiro nome: ALBERTA
Bandeira : Libéria
Proprietário: Pedro Doehle Schiffahrts
Operador: CSAV
Ano de conclusão: 2010
Estaleiro: China Shipbuilding Corp Estaleiro Kaohsiung, Taiwan
Número quintal / casco: 899
Projeto de motor: SULZER
Tipo de motor: 10-96C RTflex
Saída de potência (kW): 57,226
Velocidade máxima (KN): 25,3
Comprimento total (m): 305,60
Boca (m): 40,00
Calado máximo (m): 14,30
TEU capacidade máxima: 6589
Capacidade TEU de 14t: 4923
contêineres reefers: 1,162
porte bruto (ton): 80,200
arqueação bruta (ton): 75,900
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